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Secretário-Geral do MD conhece trabalho desenvolvido pelo GIPAM

O grupo utiliza algoritmos que apontam as áreas prioritárias facilitando o planejamento para atuação nas ações

Por Katia Salustiano

Secretário-Geral conheceu trabalho realizado pelo grupo.

Secretário-Geral conheceu trabalho realizado pelo grupo.

Brasília, 15/06/2020 - O secretário-geral do Ministério da Defesa, Almirante de Esquadra Almir Garnier, conheceu, na segunda-feira (08/6), o trabalho de integração de informações desenvolvido pelo Grupo de Integração para Proteção da Amazônia (GIPAM) no Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

O diretor-geral do Censipam, José Hugo Volkmer, mencionou o importante papel de cada membro do grupo que reúne representantes de dez órgãos federais para integração de informações e dados visando ao combate a crimes ambientais na Amazônia Legal durante a Operação Verde Brasil 2.

A coordenadora-geral de operações do Censipam, Edileuza de Melo, apresentou o GIPAM, destacando a participação do grupo na Subcomissão de Integração de Sistemas, que integra o Conselho Nacional da Amazônia Legal (CNAL). No trabalho desenvolvido a partir do Censipam, os técnicos trabalham em conjunto, reunindo sistemas, bases de dados, imagens de satélites e informações de campo. Por meio dessa análise, que leva em conta a especificidade de cada órgão, são produzidos relatórios semanais que subsidiam os agentes de campo.

O GIPAM utiliza algoritmos que apontam as áreas prioritárias, o que facilita o planejamento para atuação dos militares das Forças Armadas, agentes ambientais e força policial no combate ao desmatamento e garimpos ilegais durante a Operação Verde Brasil 2.

Esse grupo tem como premissa a união de informações que vão permitir que o Censipam possa prover um produto para auxiliar na tomada de decisão. Com o feedback constante dos agentes de campo, podemos melhorar mais o trabalho”, disse a coordenadora de operações.

O secretário-geral do MD, elogiou o trabalho interagência desenvolvido e ficou satisfeito ao ver o fluxograma apresentado com a contribuição de cada agência para qualificar o dado trabalhado. “É isso que faz toda a diferença, além do algoritmo de priorização e de discriminação para separar o joio do trigo”, disse.

O grupo conta com representantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Agência Nacional de Mineração (ANM), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Fundação Nacional do Índio (Funai), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Serviço Florestal Brasileiro (SFB).