
O escopo do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais - ProAE é desenvolver ações de monitoramento nas Unidades de Conservação e Terras Indígenas da Amazônia Legal Brasileira.
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O Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM foi criado para integrar informações e gerar conhecimento atualizado para articulação, planejamento e coordenação de ações globais de governo na Amazônica Legal Brasileira.
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Os centros regionais são parte integrante do CENSIPAM. Saiba como opera e se organiza no contexto geral do sistema.
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A criação de áreas especiais (unidades de conservação - UC e terras indígenas - TI) é uma das estratégias mais efetivas e recomendadas para conservar o bioma Amazônia. Em torno de 33% da Amazônia Legal Brasileira são áreas especiais e, em sua maioria, essas áreas têm funcionado como uma barreira contra o avanço do desmatamento.
Na região amazônica essa proteção tem relevância ainda maior, haja vista que essas áreas especiais abrigam espécies animais e vegetais endêmicas, além de algumas ainda desconhecidas.
Para a contínua proteção há necessidade do monitoramento dessas áreas. Neste sentido, o Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM) desenvolve o ProAE - Programa de Monitoramento de Áreas Especiais. O escopo do programa é desenvolver ações de monitoramento das Unidades de Conservação e Terras Indígenas da região amazônica.
Através da identificação de atividades irregulares, é possível gerar relatórios contendo estimativas de áreas desmatadas, além do fornecimento de dados georreferenciados para o planejamento de atividades dos órgãos parceiros em suas operações fiscalizatórias.
O ProAE destaca-se dentre outros programas de monitoramento do desmatamento na região amazônica por identificar também áreas antropizadas de pequenas dimensões, comuns nas áreas especiais, principalmente nas Terras Indígenas, e que geralmente indicam o início do processo de antropização em uma área.
Os primeiros resultados do ProAE foram divulgados no início de 2007, ocasião em que foram apresentados os dados do desmatamento acumulado até o ano de 2005 nas TI e UC dos estados do Acre, Mato Grosso e Rondônia. Ainda no ano de 2007, no mês de outubro, foram divulgados os dados do avanço do desmatamento no ano de 2006.
Dando continuidade ao trabalho, o SIPAM apresenta, em junho de 2008, a terceira atualização do ProAE, contendo dados do avanço do desmatamento nas áreas especiais no ano de 2007 e a indicação de possíveis áreas de mineração, campos de pouso e vias de acesso, dentre outras informações.
A metodologia utilizada nas análises é descrita no link "Metodologia", no menu principal deste CD. A área abrangida é semelhante à dos anos anteriores, com algumas atualizações, como a alteração dos limites da Estação Ecológica Cuniã (RO) e da Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo (MT).
Conforme solicitado pelos usuários, as áreas especiais localizadas entre dois Estados foram consideradas tanto de maneira individual quanto para cada Estado, como nos casos das TI Sete de Setembro, Roosevelt e Parque Aripuanã, dentre outras. Para estas, a estatística é apresentada para cada área como um todo e para a porção localizada em cada Estado: Roosevelt (RO), Roosevelt (MT), Roosevelt (RO+MT), etc.
Também foram consideradas nas análises, as sobreposições existentes principalmente entre TI e UC, não sendo computadas duas vezes no cálculo da estatística para todo o Estado.
Para toda a Terra Indígena Nukini e para 45% da área de abrangência do Parque Nacional Serra do Divisor, ambos localizados no Acre, não foi possível classificar o avanço do desmatamento no ano de 2007, visto as imagens disponíveis neste ano sempre estarem cobertas por nuvens.
Ainda cabe citar que os dados divulgados nesta edição dizem respeito ao avanço do desmatamento até a metade do ano de 2007 (junho/agosto), por ser o período de tomada da maioria das cenas Landsat utilizadas. O preocupante avanço do desmatamento ocorrido no final do ano de 2007, detectado por outros programas de monitoramento do desmatamento na Região Amazônica somente poderá ser identificado pelo ProAE na sua próxima edição.
Os resultados do ProAE são divulgados em produtos de interface amigável, independente de softwares comerciais, para serem usados por uma comunidade mais ampla, sem a necessidade de conhecimento técnico especializado em Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e computadores de alta performance.
Os dados são apresentados e um CD individual para cada Estado, da seguinte forma:
Por serem de caráter restrito, os dados de mineração, aeródromos e movimento aéreo não são amplamente divulgados neste CD. Os Órgãos Governamentais interessados e diretamente relacionados a essas áreas temáticas poderão solicitá-los diretamente no Centro Técnico e Operacional de Porto Velho, que adotará os procedimentos pertinentes quando do intercâmbio de informações restritas.

Atua nos Estados do Amapá, Maranhão, Pará e Tocantins.
Avenida Júlio Cesar, 7060 Val-de-Cans Belém - PA
CEP 66617 - 420
Fone (55 91) 3366-2202
Fax (55 91) 3366-2203
Gerente: Carlos Alberto Ribeiro de Freitas

Atua nos Estados do Amazonas e Roraima.
Avenida do Turismo, 1350 Tarumã Manaus - AM
CEP 69049 - 630
Fone (55 92) 3303-6200
Fax (55 92) 3303-6203
Gerente: Bruno da Gama Monteiro

Atua nos Estados do Acre, Mato Grosso e Rondônia.
Avenida Lauro Sodré, 6500 Aeroporto Porto Velho - RO
CEP 78903 - 711
Fone (55 69) 3217-6200
Fax: (55 69) 3217-3203
Gerente: José Neumar Morais da Silveira
Este estudo é conduzido nas Áreas Especiais (Unidades de Conservação Federais e Estaduais e Terras Indígenas) localizadas na área de abrangência do Centro Técnico e Operacional de Porto Velho, representada pelos Estados do Acre, Mato Grosso e Rondônia (Figuras 1 e 2). Estes Estados fazem parte das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil e abrangem uma área de 1.293.083 km², o que representa 15,2% do território brasileiro.
Ao todo, foram consideradas e estudadas 122 (cento e vinte e duas) Unidades de Conservação e 117 (cento e dezessete) Terras Indígenas, distribuídas nos três Estados de abrangência do CTO-PV (Tabela 1).
Figura 1. Área de abrangência do Centro Técnico e Operacional de Porto Velho.
| Estado | Categoria | Jurisdição | Número | Total |
|---|---|---|---|---|
| Acre | Terras Indígenas | Federal | 28 | 46 |
| Unidades de Conservação | Federal | 11 | ||
| Estadual | 7 | |||
| Mato Grosso | Terras Indígenas | Federal | 69 | 119 |
| Unidades de Conservação | Federal | 9 | ||
| Estadual | 41 | |||
| Rondônia | Terras Indígenas | Federal | 20 | 74 |
| Unidades de Conservação | Federal | 13 | ||
| Estadual | 41 |
Tabela 1. Distribuição das AE nos estados do Acre, Rondônia e Mato Grosso.
Figura 2. Áreas de abrangência do estudo: Unidades de Conservação e Terras Indígenas
O ProAE busca identificar as áreas desmatadas acima de 0,09 ha, principalmente aquelas de menores dimensões. Isso confere ao programa um caráter preventivo, pela sua sensibilidade em detectar os processos incipientes de antropização. Além das áreas desmatadas são identificados os carreadores que, em sua grande maioria, servem de rota para o escoamento dos produtos madeireiros extraídos. Os carreadores correspondem a trilhas abertas na floresta para facilitar o acesso e o escoamento desses produtos. A identificação de tais rotas de acesso é de fundamental importância para auxiliar operações de fiscalização por órgãos competentes.
O sensor utilizado para extrair as informações que compõem o cenário do desmatamento nas Áreas Especiais é o Thematic Mapper (TM) a bordo do Satélite Landsat-5. Este sensor possui sete canais, dos quais este projeto faz uso de apenas três: Vermelho (0,63 - 0,69 µm), Infravermelho-Próximo (0,76 - 0,90 µm) e Infravermelho-Médio (1,55 - 1,75 µm). Com o uso de tais imagens é possível trabalhar com uma área mínima mapeável de 900 m2 (Resolução espacial nominal de 30 m). Considerando que o sensor supracitado já opera além da sua vida útil, alternativamente são utilizadas outras fontes para as análises, como os sensores do SIPAM, imagens obtidas pelos satélites CCD/CBERS-2 e 2B e, quando necessário, de sensores comerciais.
Ao todo, foram utilizadas 81 cenas do Satélite TM/Landsat-5, adquiridas entre os meses de abril a outubro, concentrando-se nos meses de julho e agosto, período caracterizado pela menor incidência de nuvens, o que resulta em melhor qualidade nos registros dos sensores ópticos.
Embora concentrando a seleção das cenas nos meses de menor incidência de nuvens, para toda a Terra Indígena Nukini e para 45% da área de abrangência do Parque Nacional Serra do Divisor, no Acre, não foi possível editar o avanço do desmatamento no ano de 2007, pois, em todas as cenas disponíveis tais áreas estavam cobertas por nuvens.
O ProAE é um programa de monitoramento contínuo com cronograma anual. As alterações na cobertura vegetal ocorridas após os meses subseqüentes à data de imageamento são divulgadas no ano seguinte.
As 81 cenas do TM/Landsat-5 são registradas de forma automática (AutoSync) com base no reconhecimento de padrões radiométricos, utilizando uma transformação polinomial de 1a ordem (mapeamento direto) e reamostragem pelo método vizinho mais próximo (mapeamento inverso). Este procedimento utiliza como referência um mosaico ortoretificado ETM+/Landsat-7 do ano de 2001, de uso global (Geocover). Na composição dos mosaicos por Estado, as imagens são normalizadas com algoritmo de média ponderada, gerando assim informações contínuas para toda a área de execução do projeto. É importante salientar que na normalização das cenas para a elaboração dos mosaicos estaduais é utilizado o método de média ponderada, com o objetivo de formar um mosaico contínuo para o processo de classificação automática e, em nenhum momento utilizar parâmetros para realizar medidas físicas nas imagens, as quais necessitariam de técnicas que resguardassem as características radiométricas originais das cenas.
A condução deste processo se deu de forma supervisionada (seleção de amostras) com um algoritmo paramétrico de máxima probabilidade (Maximum Likelihood), um dos mais populares métodos de classificação em sensoriamento remoto, onde cada pixel tem a máxima probabilidade de ser classificado na sua classe correspondente.

Onde:
P(K) = probabilidade da classe K;
X = número de bandas da imagem;
= função condicional da probabilidade para observar X na classe K;
é igual para todas classes, conseqüentemente Lk depende de
ou da função da densidade de probabilidade.
Foram selecionadas diversas amostras simples para cada classe. Estas amostras foram agrupadas, formando uma amostra composta para cada classe. Em seguida foi realizada uma análise nos valores de média e variância de cada amostra composta, com o objetivo de avaliar o grau de separabilidade entre as classes nas três Bandas utilizadas (RED, NIR e SWIR). Após a análise, processou-se a classificação.
A classificação deu origem a uma informação temática, com legenda pré-estabelecida (1- Desmatamento acumulado até 2005, 2- Áreas não desmatadas, 3- Rios e lagos).
O algoritmo utilizado para o processo de classificação supervisionada atua diretamente no pixel da imagem (não-contextual), gerando desta forma alguns pixels isolados nas diferentes classes. Para contornar esta situação e tornar a classificação mais coerente, foi aplicado sobre o produto temático um filtro majoritário de grade fina (3x3).
Grande parte dos produtos temáticos gerados por processos automáticos estão sujeitos a erros de classificação. A edição matricial é uma forma de corrigir possíveis erros no processo classificatório, tornando o produto mais coerente. Neste caso, o procedimento foi realizado em escala fixa (1:70.000), com os seguintes objetivos:
É importante enfatizar que foi realizado um rigoroso trabalho de edição matricial, a ponto de verificar toda a classificação realizada dentro das Áreas Especiais. Essas informações são utilizadas pelo SIPAM em relatórios de análise e inteligência, os quais exigem precisão da informação, além de subsidiar instituições parceiras que atuam na fiscalização.
Cabe ainda salientar que as áreas de cerrado onde foram identificadas queimadas não foram classificadas como áreas desmatadas, devido à incerteza quanto à causa do incêndio (natural ou antrópico), exceto quando estas apresentavam formato regular, característico da interferência humana no ambiente.
Apenas o ano base, relativo ao desmatamento acumulado até o ano de 2005, foi classificado com procedimento automático, tendo em vista que este corresponde a todo o desmatamento acumulado nas Áreas Especiais, necessitando de maior rapidez no diagnóstico e análise. As áreas desmatadas nos anos posteriores (2006 e 2007), que representam o avanço do desmatamento, foram identificadas por meio de classificação visual (edição matricial), o que possibilitou maior controle e precisão nos resultados obtidos. Desta forma, as novas classes geradas foram: 4- Avanço do desmatamento entre 2005 e 2006 e 5- Avanço do desmatamento entre 2006 e 2007.
Os resultados do programa são divulgados anualmente. Desta forma, a cada 4 (quatro) anos de existência do programa é realizada uma análise para identificar possíveis áreas de regeneração, que serão excluídas das classes relativas às áreas desmatadas.
A análise quantitativa foi realizada para as cinco classes em estudo. O foco da análise se concentrou nas categorias relativas às áreas desmatadas, que correspondem àquelas que sofreram desmatamento sob a forma de corte raso e onde é possível identificar também o corte seletivo de árvores em estágio já avançado, além das estradas e carreadores no interior da floresta. As áreas não desmatadas apresentam a vegetação bem próxima do seu estágio natural, sendo ela representada por floresta, cerrado e campos naturais.
A análise quantitativa das áreas desmatadas ocorreu por meio de tabulação cruzada entre o produto temático gerado (imagens) e os limites das Áreas Especiais (vetores). Os limites das Terras Indígenas foram obtidos da base de dados da FUNAI e os das Unidades de Conservação através dos órgãos ambientais estaduais: SEMA/AC, SEMA/MT e SEDAM/RO, além do IBAMA.
São encontrados alguns problemas de ordenamento territorial nas informações vetoriais (limites) das Áreas Especiais na área de abrangência deste trabalho. Em alguns casos, a área obtida pelo vetor é diferente daquela descrita no memorial, em outros, os limites não correspondem às feições representadas na imagem, além de problemas com sobreposição de áreas. Desta forma, optou-se em trabalhar com a área calculada a partir dos dados vetoriais. Conseqüentemente, a distribuição espacial dos resultados gerados está estritamente associada à configuração espacial dos limites das Áreas Especiais.
A etapa de vetorização é destinada a conversão da classificação temática do formato "raster" para "vetor", com objetivo principal de disponibilizar as informações obtidas em formato "Shapefiles". Buscando manter as características originais da imagem, onde a menor fração é obrigatoriamente igual à área mínima mapeável na imagem contínua (900m2), optou-se em vetorizar a informação temática sem nenhuma suavização, ou seja, seguindo estritamente as feições que as mesmas apresentavam no formato matricial. Com isso, a área estimada pela classificação não é exatamente igual àquela calculada pelos limites das Áreas especiais (vetores), e sim um valor aproximado, coerente com a escala de trabalho da imagem.
Os resultados do ProAE, relativos ao desmatamento e seus avanços, são divulgados geralmente em CD-ROM multimídia, o que possibilita disponibilizar os seguintes formatos:
Devido ao tempo necessário ao processamento e análise dos dados as informações são disponibilizadas com certo período de defasagem. Para contornar em parte este problema, buscou-se agir de forma pró-ativa, encaminhando aos parceiros notas de alerta de ilícitos recentes realizados dentro destas áreas, não somente relacionados às atividades de desmatamento, mas também à garimpagem, corte seletivo, grilagem de áreas e a presença de campos de pouso não homologados pelo ROTAER.
Esta etapa tem como principal objetivo identificar as áreas de garimpo/mineração, bem como os campos de pouso presentes nas Áreas Especiais. Estas áreas apresentam feições características que facilitam a sua identificação, tais como: geralmente estão localizadas próximas a igarapés e rios; acarretam desconfiguração da paisagem local com constante movimentação de sedimentos. Já os campos de pouso apresentam forma retangular e alongada, atributos que também são facilmente identificados na paisagem.
A identificação das áreas de garimpo, mineração e campos de pouso é realizada por meio de interpretação visual em imagens do satélite TM/Landsat-5 juntamente com o sensor aerotransportado SAR a bordo da aeronave R-99B (SIPAM). É comum a presença de conflitos, principalmente no que diz respeito a questões relacionadas à atividade garimpeira. Quando elegida como prioridade de investigação é realizado um projeto de imageamento como o sensor aerotransportado SAR/R-99B (SIPAM) para tais áreas. Este sensor tem auxiliado fortemente nestas análises, principalmente pela pouca interferência das condições atmosféricas, associado a sua alta resolução.
Além do sensor SAR da aeronave R99-B, os sensores MSS (Multispectral Scanner System), o sensor HSS (Hyperspectral Scanner System) e o sensor FLIR (infravermelho termal), já se encontram operacionais em missões especiais dedicadas a áreas pontuais.
De acordo com a importância, disponibilidade e possibilidade, poderão ser adquiridas imagens de sensores SAR orbitais, como por exemplo, o sensor PALSAR a bordo do satélite ALOS.
Por serem de caráter restrito, os dados de mineração e campos de pouso não são amplamente divulgados no CD. Os órgãos governamentais interessados e diretamente relacionados a essas áreas temáticas poderão solicitá-los diretamente ao CTO-PV, que adotará os procedimentos pertinentes no âmbito do intercâmbio de informações restritas.
O objetivo é desenvolver ações de monitoramento aéreo em toda a área de abrangência das Unidades de Conservação e Terras Indígenas, e suas conexões de rota (origem e destino).
Ao se identificar aeronaves em vôo irregular, são realizadas análises e elaborados relatórios contendo: pontos onde ocorreu a detecção da incursão, data e hora da detecção, principais características do vôo, análise de detecções anteriores que gerem padrões de repetição, área provável do pouso, correlação com os demais domínios de trabalho, levantamento do modus operandi dos envolvidos.
Por serem de caráter restrito, os dados de movimento aéreo não são amplamente divulgados no CD. Os órgãos governamentais interessados e diretamente relacionados a essa área temática poderão solicitá-los diretamente ao Centro Técnico e Operacional de Porto Velho, que adotará os procedimentos pertinentes no âmbito do intercâmbio de informações restritas.
As informações complementares têm como principal objetivo auxiliar na identificação de todas as vertentes de monitoramento que compõem o ProAE, bem como fundamentar relatórios de inteligência sobre determinados eventos e acontecimentos ocorridos nas Áreas Especiais.
As informações são obtidas por meio de notícias veiculadas de diversas fontes, informações obtidas através de órgãos parceiros em campanhas de campo (IBAMA, Exército, Polícia Federal, Ministério Público Estadual, Polícia Ambiental, entre outros), além de denúncias de fatos já consumados ou de atividades que irão ocorrer, por meio das Centrais de Usuários instaladas em áreas remotas (Vsat - SIPAM). As informações veiculadas serão de fundamental importância para o entendimento dos conflitos locais, os quais estão altamente correlacionados com uma série de atividades ilícitas presentes nas Áreas Especiais.
Boa parte dessas informações tem caráter confidencial, por isso não podem ser amplamente divulgadas. Os órgãos interessados em obter tais informações devem solicitar a gerência deste CTO, para análise de atendimento do pedido.
É de fundamental importância para a identificação das temáticas abordadas no ProAE, a associação das feições interpretadas nas imagens com notícias veiculadas em todos os meios de comunicação, bem como informações fornecidas por órgãos parceiros em operações de campo, além de denuncias transmitidas por meio da Central de Usuários (Vsats). Toda e qualquer fonte de notícia e informação é de extrema importância para auxiliar nas temáticas abordadas no programa de monitoramento.
Para a visualização de alguns produtos deste CD, é necessária a instalação e utilização de alguns softwares de uso gratuito, que podem ser copiados e distribuídos livremente. O software Google Earth 4.3 é utilizado para a visualização dos dados .kmz, enquanto o ER-Viewer 7.2 é utilizado para a visualização das cartas imagens (.ecw).
| Programa | Tutorial | Instalação do CD-ROM | |
|---|---|---|---|
| Como Instalar | Como Usar | ||
| ER-Viewer 7.2 |
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| Google Earth 4.3 |
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Clique no link do menu denominado "Softwares", para abrir a janela abaixo.

Na janela principal de instalação, clique no ícone referente ao software ER-Viewer 7.2, abrindo a caixa de diálogo abaixo. Clique no ícone "Executar".

Aguarde enquanto os arquivos de instalação são carregados, conforme indica a figura seguinte.

Após o surgimento da seguinte tela, clique no botão "Next".

Na tela seguinte, marque a opção "I accept the terms in the License Agreement", para aceitar a licença e clique em "Next".

Clique no botão "Next" da tela de escolha de local de destino. É aconselhável não alterar o caminho padrão sugerido pelo instalador.

Clique no botão "Next" na tela de escolha de pasta de programa. É aconselhável não alterar o caminho padrão sugerido pelo instalador.

Após a abertura da tela de associação de tipos, habilite os itens conforme demonstrado na tela abaixo e clique no botão "Install".

Dar-se-á início a instalação do programa, conforme indicado na figura abaixo, aguarde.

A tela ilustrada na figura seguinte indica que a instalação está completa, clique em "Next".

Para finalizar a instalação, desabilite a opção "Show Readme", conforme ilustrado na figura abaixo e clique em "Finish".

Após o surgimento da seguinte caixa de diálogo, clique no botão "OK".

Parabéns, se você seguiu o tutorial de instalação, o software estará instalado no computador e será automaticamente aberto!

Clique no botão
, da barra de ferramentas, para abrir a caixa de diálogo abaixo:

Nesta caixa você seleciona o arquivo de imagem que deseja visualizar, a seguir pressione o botão Abrir. Caso deseje ajustar automaticamente o contraste da imagem ao ser aberta, marque o item do canto inferior esquerdo da janela. Os formatos de arquivo suportados pelo ER-Viewer 7.0 são: ers, alg, hdr, bmp, dat, dog, ecw, jp2, j2k, j2c, jpc, jpx, jpf, ntf, asc, img, tif, tiff, png, dem, ddf, dt0, dt1, jpg.

Duplica a imagem da janela ativa. Este recurso possibilita que sejam criadas cópias independentes de imagens para que sejam visualizadas em múltiplas janelas.
ER-Viewer possibilita que seja exportada a imagem corrente nos seguintes formatos: ers, hdr, tif, tiff, bmp, jpg. Clique neste botão
para abrir a caixa de diálogo "Save As" demonstrada abaixo.

Nesta caixa, selecione o diretório onde será armazenada a imagem. Digite o nome de saída da imagem e selecione o formato do arquivo. Clique no botão Salvar. Será gravada apenas a área visualizada na tela.
Use este botão
para imprimir a imagem visualizada na tela. Ativando este botão será aberta a caixa de diálogo "Imprimir" conforme a tela abaixo.

Na caixa de diálogo acima você terá a opção de especificar o número de cópias, a impressora de destino e outras configurações opcionais no botão Propriedades, tais como: layout do papel - Retrato ou Paisagem (melhor visualização). Após ajustar a configuração, clique no botão OK para iniciar a impressão.
Use este botão
para mostrar como o documento ativo será impresso. Ao selecionar este comando será mostrada a visualização do layout de impressão.
Este botão
é usado para redesenhar a imagem. É particularmente importante quando você está acessando arquivos remotos (Internet) comprimidos no formato ECW. Caso a conexão de sua rede seja lenta o ER-Viewer mostrará a imagem antes que ela seja carregada por completo.
Use este botão
para mover a imagem na tela, utilizando o zoom atual. Mantenha pressionado o botão esquerdo do mouse e arraste a imagem na direção desejada.
Use este botão
para aumentar ou reduzir o zoom da imagem ativa. Existem duas maneiras de usar esta ferramenta, são elas: Zoom interativo e Dobra o zoom. Na primeira, você pode reduzir ou ampliar o zoom da imagem mantendo pressionado o botão esquerdo mouse e arrastando-o para cima ou para baixo; já na segunda, você pode ampliar uma área em particular em até 200% do zoom atual, clicando em um ponto central da área que você deseja visualizar com mais detalhe.
Use esta ferramenta
para aumentar o zoom de uma área especifica. Para isto, mantenha pressionado o botão esquerdo do mouse e arraste, formando um retângulo envolvendo a área que deseja visualizar com mais detalhe. O conteúdo do retângulo será ampliado na janela.
Use esta ferramenta
para medir distâncias entre dois pontos. Para isto, clique com o botão esquerdo do mouse, mantendo-o pressionado, no ponto inicial e arraste-o até o segundo ponto desejado. Visualize assim, a distância da área mostrada pela seta, conforme a tela abaixo:

Mostra a ajuda do ER-Viewer 7.2 on-line. Você poderá escolher a forma de pesquisa desejada, utilizando as opções Conteúdo, Índice ou Pesquisar.

Use a ajuda de contexto para obter orientações sobre o software. Optando pelo uso do botão de ajuda de contexto, o ponteiro do mouse alterna para uma seta com um sinal de interrogação. Clique em uma das partes da janela (botões, menus, etc.) que deseje obter a ajuda. O tópico de ajuda será mostrado sobre o item que foi clicado.
Carrega seu navegador padrão e abre o site público do ER Mapper.
Redesenha a imagem mostrando toda a área da imagem utilizando o algoritmo corrente. Você consegue o acesso a essa ferramenta através do menu Zoom - Data Extents, conforme demonstrado abaixo.

Serve para mostrar as informações das propriedades. Você consegue o acesso a essa ferramenta através do menu View - Properties, conforme demonstrado abaixo:

Será aberta uma caixa de diálogo denominada "Properties" que tem duas sessões (Tabs), onde serão mostradas as seguintes informações sobre a imagem corrente: Tab General - nome do arquivo da imagem, comentários sobre o algoritmo utilizado, data da última alteração, versão do software o número de superfície (sempre terá valor um para arquivos de imagens, podendo ter outros valores para outros tipos de arquivos).

Clicando na sessão Tab Registration obteremos as seguintes informações cartográficas: nome da projeção ou sistema de coordenadas e Datum, além de outras menos importantes, conforme demonstrado na tela abaixo.

Clique no link do menu denominado "Softwares", para abrir a janela abaixo.

Na janela principal de instalação, clique no ícone referente ao software Google Earth 4.3, abrindo a caixa de diálogo abaixo. Clique no ícone "Executar".

Aguarde enquanto o programa é executado, conforme seqüência ilustrada nas figuras abaixo.


No assistente de instalação, ilustrado na figura abaixo, clique em "Instalar".

Aguarde enquanto o assistente de instalação instala o Google Earth, conforme ilustrado abaixo.

Quando o assistente de instalação estiver concluído aparecerá à tela ilustrada na figura seguinte. Se o usuário estiver de acordo com as opções marcadas, deve-se clicar em "Concluir".

Automaticamente o Google Earth será aberto, conforme ilustrado na figura abaixo. O software está instalado com sucesso.

Existem algumas ferramentas e campos que auxiliam na manipulação do programa:

1- Ferramenta de Zoom ( - +) que permite aproximar ou distanciar dos objetos presentes no globo.
2- Ferramenta para arrastar o globo para todas as direções. Tal procedimento poderá também ser realizado ao clicar sobre o globo continuamente e mover o mouse.
3- Esta ferramenta tem o recurso da visão panorâmica (inclinação), na qual podem ser observadas as variações do relevo.
4- Este campo mostra as informações adicionadas sobre o globo. Existe a possibilidade de gerenciar este campo, de modo que é possível desligar e/ou excluir os planos de informação quando não utilizados, isso possibilitará navegar com maior rapidez.
5- Neste segundo campo estão presentes as informações básicas (estradas, cidades, aeroportos, pontos turísticos, etc.), que são disponibilizadas pelo servidor do Google Earth. Também existe a possibilidade de gerenciar estas informações, porém não é permitido removê-las.

6- No menu Arquivo/Abrir, o usuário pode adicionar outras informações para sobrepor no globo.
7- É possível inserir coordenadas geográficas de localização no globo, clicando-se no botão
. Na mesma barra de ferramentas também é possível realizar algumas análises métricas, como a exemplo decálculos de distâncias entre dois ou mais pontos, clicando no botão que tem o formato de uma régua
.
Existem outras funções e ferramentas no programa Google Earth, porém as funcionalidades básicas aqui apresentadas são suficientes para manipular as informações levantadas.

Produtos contendo dados do desmatamento acumulado até o ano de 2005 e de seu avanço nos anos de 2006 e 2007, como: estatísticas, cartas imagens e dados vetoriais para todas as Áreas Especiais do Estado.

Análises pontuais de mineração e garimpagem em Áreas Especiais específicas associadas a diversos outros dados, como aeródromos, estradas, hidrografia, área registradas no Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM, etc.

Análises de movimento aéreo relacionado a outras atividades dentro das Áreas Especiais do Estado, principalmente aquelas localizadas na zona de fronteira.

Contém os dados estatísticos do desmatamento acumulado até o ano de 2005 e de seu avanço nos anos de 2006 e 2007 para as Unidades de Conservação Estaduais e Federais e para as Terras Indígenas do Estado.

A carta imagem tem a finalidade de fornecer um banco de dados agregado, onde os usuários podem visualizar uma série de informações que auxiliam no planejamento de operações de campo: imagens TM/Landsat-5 de 2007, hidrografia, limites das Áreas Especiais, polígonos de desmatamento, estradas, cidades, vilas e povoados, dentre outras.

Os dados vetoriais são referentes aos desmatamentos ocorridos até o ano de 2005 e de seu avanço nos anos de 2006 e 2007, além dos limites das Áreas Especiais. Estas informações estão disponibilizadas em dois formatos: KMZ, para ser visualizado no Google Earth, e SHP. Este último possibilita uma maior flexibilidade de aplicações, desde simples visualização até análises mais avançadas.
Por serem de caráter restrito, os dados de mineração, aeródromos e movimento aéreo não são amplamente divulgados neste CD. Os Órgãos Governamentais interessados e diretamente relacionados a essas áreas temáticas poderão solicitá-los diretamente no Centro Técnico e Operacional de Porto Velho, que adotará os procedimentos pertinentes quando do intercâmbio de informações restritas.
Os dados divulgados nesta edição dizem respeito ao avanço do desmatamento até a metade do ano de 2007 (junho/agosto), por ser o período de tomada da maioria das cenas Landsat utilizadas. O preocupante avanço do desmatamento ocorrido no final do ano de 2007, detectado por outros programas de monitoramento do desmatamento na Região Amazônica somente poderá ser identificado pelo ProAE na sua próxima edição.
Para toda a Terra Indígena Nukini e para 45% da área de abrangência do Parque Nacional Serra do Divisor, ambos localizados no Acre, não foi possível classificar o avanço do desmatamento no ano de 2007, visto as imagens disponíveis neste ano sempre estarem cobertas por nuvens.
Para execução deste trabalho foram utilizadas as bases cartográficas (limite das áreas especiais) da FUNAI, dos órgãos ambientais estaduais: SEMA/AC, SEMA/MT e SEDAM/RO e do IBAMA, na escala 1:100.000. Em alguns casos, estes limites apresentaram problemas de ordenamento territorial, com um certo deslocamento em relação a imagem.
Após inúmeros processamentos digitais (equalização, registro de imagens, mosaicagem de cenas, etc.) o produto "carta imagem" é compactado para facilitar sua manipulação, reduzindo o tamanho dos arquivos drasticamente enquanto se mantém uma boa qualidade, o que possibilita ao usuário a otimização de suas análises com a possibilidade de manipulação dos dados em computadores com pouco poder de processamento e ainda significativa redução de espaço em hardware necessário para armazenamento de suas imagens.
Mosaico de órbitas-ponto do Satélite TM/LANDSAT-5, referente ao ano de 2007;
Composição: R(Banda 5), G(Banda 4) e B(Banda 3);
Resolução radiométrica: 8 bits;
Resolução nominal: 30 m.
FUNAI, INCRA, IBAMA, IBGE, SIPAM, SEDAM-RO, SEMA-MT e SEMA-AC. Escala: 1:100.000.
Geográfica: Lat/Long;
Hemisfério: Sul;
Datum horizontal: WGS-84.
Microprocessador 1.6 Ghz, 256MB, leitor de CD-ROM de 24x ou superior, resolução do monitor: 800 x 600 e periféricos (teclado e mouse).
Windows NT®, Windows 2003 Server®, Windows XP®, Windows Vista®, Windows 98®, Windows 2000®
Internet Explorer® 5.5 ou superior, Mozilla® ou Netscape®.
A legenda tem como objetivo auxiliar na interpretação das cartas imagens, diferenciando alguns dos mais variados tipos de alvos que podem ser observados neste produto






















O relatório técnico do ProAE divulgado em março de 2007 contém informações sobre a concepção do Programa, o histórico de ocupação dos três Estados, a metodologia inicial e as análises relativas aos dados do desmatamento acumulado até o ano de 2005.
Contém análises de desmatamento na área da Ação Civil Pública de 2004, que abrange as seguintes Áreas Especiais: Floresta Nacional Bom Futuro, Reserva Extrativista Rio Jaci-Paraná, Parque Estadual Guajará-Mirim e Terra Indígena Karipuna.
Artigo sobre as análises realizadas na área de abrangência da Ação Civil Pública de 2004, apresentado no "V Comitê Nacional de Perícias em Crimes contra o Meio Ambiente", realizado de 16 a 18 de abril de 2008, em Porto Alegre/RS.
Buscando agir de forma pró-ativa, foram encaminhados aos parceiros notas de alerta de ilícitos recentes realizados dentro de algumas Áreas Especiais, não somente relacionados às atividades de desmatamento, mas também à garimpagem, corte seletivo, grilagem de áreas e a presença de campos de pouso não homologados pelo ROTAER.
NT 01 - Floresta Nacional Jacundá/RO:
Enviada para IBAMA/RO no dia 25/02/2008
NT 02 - Reserva Extrativista Rio Jacy-Paraná/RO:
Enviada para SEDAM/RO e MPE/RO, no dia 25/02/2008
NT 03 - Reserva Extrativista Rio Cautário/RO:
Enviada para SEDAM/RO e MPE/RO, no dia 06/03/2008
NT 04 - Estação Ecológica Antônio Mujica Nava/RO e Estação Ecológica Serra dos Três Irmãos/RO: (Restrito)
Enviada para SEDAM/RO, MPE/RO, 19º DNPM/RO e MPF/RO no dia 06/03/2008
NT 05 - Reserva Extrativista Rio Pacaás Novos/RO:
Enviada para SEDAM/RO e MPE/RO, no dia 06/03/2008
NT 06 - Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá/RO:
Enviada para SEDAM/RO e MPE/RO, no dia 06/03/2008
NT 07 - Floresta Nacional Jamari/RO:
Enviada para IBAMA/RO e MPF/RO, no dia 06/03/2008
NT 08 - Floresta Estadual de Rendimento Sustentado Mutum/RO:
Enviada para SEDAM/RO e MPE/RO, no dia 08/03/2008
NT 09 - Floresta Nacional Bom Futuro/RO e Terra Indígena Karitiana/RO:
Enviada para IBAMA/RO, FUNAI/RO e MPF/RO, no dia 07/03/2008
NT 10 - Floresta Estadual de Rendimento Sustentado Rio Madeira B/RO:
Enviada para SEDAM/RO e MPE/RO, no dia 08/03/2008
NT 11 - Parque Nacional Campos Amazônicos/RO-MT-AM:
Enviada para IBAMA/RO e MPF/RO, no dia 12/03/2008
NT 12 - Terra Indígena Igarapé Lourdes/RO:
Enviada para MPF/RO e FUNAI/RO, no dia 20/03/2008
NT 13 - Terra Indígena Pacaás Novos/RO:
Enviada para MPF/RO e FUNAI/RO, no dia 20/03/2008
NT 14 - Parque Nacional Juruena/MT-AM: (Restrito)
Enviada para ICMBio/MT, DNPM/MT e MPF/MT, no dia 07/04/2008
NT 15 - Parque Estadual Serra de Santa Bárbara/MT:
Enviada para SEMA/MT e MPE/MT, no dia 12/05/2008
NT 16 - Terra Indígena Kawahiva do Rio Pardo: (Restrito)
Enviada para MPF/MT e FUNAI/Ji-Paraná, no dia 15/05/2008
NT 17 - Terra Indígena Sararé: (Restrito)
Enviada para FUNAI/Vilhena e MPF/MT, no dia 21/05/2008
NT 18 - Terra Indígena Sete de Setembro:
Enviada para FUNAI/Cacoal e MPF/MT, no dia 21/05/2008
NT 19 - Terra Indígena Vale do Guaporé: (Restrito)
Enviada para FUNAI/Vilhena e MPF/MT, no dia 21/05/2008
NT 20 - Terra Indígena Panará: (Restrito)
Enviada para FUNAI/Colíder e MPF/MT, no dia 21/05/2008
NT 21 - Terra Indígena Campinas/Katukina:
Enviada para FUNAI/AC e MPF/AC, no dia 30/05/2008
NT 22 - Terra Indígena Katukina/Kaxinawá:
Enviada para FUNAI/AC e MPF/AC, no dia 30/05/2008
NT 23 - Terra Indígena Kaxinawá da Praia do Carapanã:
Enviada para FUNAI/AC e MPF/AC, no dia 30/05/2008
NT 24 - Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão:
Enviada para FUNAI/AC e MPF/AC, no dia 30/05/2008
NT 25 - Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão:
Enviada para FUNAI/AC e MPF/AC, no dia 30/05/2008
NT 26 - Terra Indígena Kaxinawá Igarapé do Caucho:
Enviada para FUNAI/AC e MPF/AC, no dia 30/05/2008
NT 27 - Terra Indígena Rio Gregório: (Restrito)
Enviada para FUNAI/AC e MPF/AC, no dia 30/05/2008
NT 28 - Terra Indígena Marawatsede:
Enviada para FUNAI/Barra do Garças e MPF/MT, no dia 30/05/2008
Concepção e Realização do Projeto:
- Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM
- Centro Técnico e Operacional de Porto Velho - CTO-PV
- Coordenação de Inteligência
Gerente do CTO-PV:
- José Neumar Morais da Silveira
Coordenador de Inteligência:
- Alexandre Yuri José de Abreu
Equipe Técnica:
- Arlindo Sérgio Cardoso - Biólogo, Especialista em Sensoriamento Remoto
- Caren Andreis - Engenheira Florestal, Mestre em Engenharia Agrícola
- João Francisco dos Anjos Júnior - Biólogo, Mestre em Biologia Experimental
- Pablo Santana Santos - Engenheiro Agrônomo, Mestre em Sensoriamento Remoto
- Paulo Henrique Schröder - Geógrafo, Mestre em Geografia
- Rogério Vargas Motta - Engenheiro Agrônomo, Especialista em Análise Ambiental na Amazônia Brasileira
Multimídia:
- Pablo Filetti Moreira
Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM
CENSIPAM