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Sipam e governos estaduais discutem o funcionamento da Repig

Na pauta, a definição das estratégias, diretrizes e de funcionamento da rede de processamentos de imagens da Amazônia.

O Comitê Gestor da Rede de Processamento de Imagens e Informações Geográficas (Repig), formado por representantes dos nove Estados da Amazônia Legal e pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), se reúne nessa sexta-feira (26), às 9h, em Brasília. Na pauta, a definição das estratégias, diretrizes e de funcionamento da rede de processamentos de imagens da Amazônia. “Será uma rede de tratamento de imagens, de informações geográficas e de intercâmbio de dados e informações, que deverá iniciar suas operações 2009”, explica o diretor-geral do Sipam, Marcelo Lopes. A reunião será na sede do Sipam e terminará às 13h.

A idéia é que o usuário da rede possa facilmente visualizar mapas com informações diversas como a distribuição de redes de energia elétrica, infovias rodovias, hidrovias, escolas e postos de saúde por toda a Amazônia. Com isso será mais fácil planejar investimentos e desenvolver políticas públicas estaduais e federais que promovam o desenvolvimento sustentável e a proteção regional da Amazônia. Também está prevista a capacitação conjunta de servidores em geotecnologias.

A Repig nasce da necessidade demonstrada pelos Estados da Amazônia Legal por informações georreferenciadas e imagens, cada vez mais necessárias para a tomada de decisões estratégicas para o desenvolvimento social e econômico da região, além de ajudar no monitoramento das transformações ambientais na região. Essa é a segunda reunião do Comitê Gestor, a primeira foi em julho. As decisões dessa reunião serão encaminhadas ao Conselho Consultor, formada somente por técnicos, que vão viabilizar a operacionalização da Repig, ressalta Lopes.

Segundo o coordenador-geral de Integração Institucional do Sipam, André Panizza, uma parcela dos dados que integrará as bases da Repig já está disponível, mas de forma dispersa, seja em bases de dados estaduais ou mesmo do Sipam. O primeiro desafio da Repig, portanto, é agrupar e sistematizar todo esse conhecimento, tornando-o disponível para consultas consolidadas. Paralelamente, os dirigentes da Repig vão identificar qual tipo de novas informações devem ser obtidas para fortalecer ainda mais o banco de dados. A combinação dessas duas estratégias evitará a duplicação de esforços de coleta de dados e a produção de maior quantidade e qualidade de informações.

Ascom/Sipam