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Sipam e governos da Amazônia Legal querem agrupar informações

Avançou a discussão entre os representantes do Sipam e dos estados da Amazônia sobre o plano de trabalho.

{mosimage}Realizar um inventário da base de dados do Sipam e dos Estados agrupando informações, definir planos de estudo e pesquisa, cursos de capacitação aos técnicos, criação de fórum virtual. Essas foram algumas das propostas aprovadas pelo Comitê Gestor da Rede de Processamento de Imagens e Informações Geográficas (Repig), formado por representantes dos nove Estados da Amazônia Legal e pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), que se reuniu em Brasília na última sexta-feira (26). Esse é o segundo encontro entre os representantes dos estados e do Sipam para discutir a criação de uma rede de tratamento de imagens, de informações geográficas e de intercâmbio de dados da Amazônia Legal.

Os desdobramentos da reunião de hoje serão encaminhados ao Conselho Consultivo, formado por técnicos indicados pelos Estados, deverá se reunir dia 31 de outubro. “O Conselho deverá transformar os desdobramentos em um Plano de Trabalho, com a descrição pormenorizada das atividades e dos projetos da Repig e com a fixação de metas e etapas a serem implementadas”, ressalta o diretor-geral do Sipam, Marcelo Lopes. Segundo ele, a idéia é a Repig começar a operar no primeiro semestre de 2009. “Desafio da Repig é agrupar e sistematizar todo esse conhecimento, tornando-o disponível para consultas consolidadas”, ressalta Lopes.

“A Repig nasce da necessidade demonstrada pelos Estados da Amazônia Legal por informações georreferenciadas e imagens, cada vez mais necessárias para a tomada de decisões estratégicas para o desenvolvimento social e econômico da região, além de ajudar no monitoramento das transformações ambientais na região”, afirma Lopes. Para Raimundo Costa Filho, da Fundação Estadual do Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia de Roraima, a Repig é importante para a elaboração das políticas públicas nos estados e municípios. “Hoje, temos muitas informações, mas estão todas dispersas”, afirma.   

 A idéia é que o usuário da rede possa facilmente visualizar mapas com informações diversas como a distribuição de redes de energia elétrica, infovias rodovias, hidrovias, escolas e postos de saúde por toda a Amazônia. Com isso será mais fácil planejar investimentos e desenvolver políticas públicas estaduais e federais que promovam o desenvolvimento sustentável e a proteção regional da Amazônia. Também está prevista a capacitação conjunta de servidores em geotecnologias.

Ascom/Sipam