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Sipam divulga previsão climatológica para o trimestre

O Centro Regional do Sistema de Proteção da Amazônia em Manaus divulgou o boletim climático da Amazônia na quarta-feira, 3, com o prognóstico do clima para a Amazônia Legal nos meses de março, abril e maio. Segundo o meteorologista do Sipam, Renato  Senna, a previsão é de que as chuvas continuem dentro da normalidade. “Manaus encontra-se em uma faixa central do estado que deverá apresentar condições de normalidade. O sul do Estado, próximo a divisa com o Mato Grosso, pode apresentar alguns excessos de chuva, enquanto que a região norte, Alto Rio Negro e divisa com Roraima, deverá apresentar  falta de chuvas no início do trimestre, tendendo a normalidade conforme for decorrendo o período, meados de maio”.

De acordo com as informações do boletim os volumes de chuva em Manaus, nos primeiros meses do ano, ficaram dentro dos padrões climatológicos e até ligeiramente acima no mês de fevereiro. O período chuvoso normalmente acontece até início do  mês de maio, quando as ocorrências de chuvas começam a diminuir e se estabelece o período de transição da estação chuvosa  para a seca, que tem seu inicio no  mês de julho.

Renato informou ainda que para o estado de Roraima a previsão é que o período de estiagem se prolongue. “O prognóstico é de que a estiagem continue por mais um mês e meio ou dois e somente depois as chuvas voltem a ocorrer com regularidade. As temperaturas em toda a Região Amazônica têm se apresentado ligeiramente acima do normal cerca de 1,5ºC”.

Conforme as informações do boletim o fenômeno El Niño perdeu intensidade e está se deslocando mais para o oeste do Oceano Pacífico nas últimas semanas, mas continua atuando no norte e leste da nossa região, com a presença de movimentos subsidentes do ar (de cima para baixo) reduzindo a formação e o desenvolvimento das nuvens, trazendo como conseqüência a redução das chuvas em algumas áreas e maior presença de sol, ocasionando elevação das temperaturas e redução da umidade do ar.

“O sol dos últimos dias é uma consequência clara do El Niño, pois estamos localizados nos limites da sua área de influência, porém quando os movimentos ascendentes (de baixo para cima) conseguem vencer a subsidência decorrente do fenômeno, ocorrem as pancadas de chuva que precipitam grandes volumes de água em poucos minutos”, finalizou Senna.

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