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Sipam deverá contribuir com o Centro Nacional de Prevenção a Desastres Naturais

{mosimage}Brasília (17/06/2011) - O trabalho de meteorologia, com foco na gestão de riscos territoriais e sistema de alerta para eventos extremos nos Estados da Amazônia Legal, desenvolvido pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa, poderá servir de referência para a implantação do Centro Nacional de Prevenção a Desastres Naturais. O assunto foi discutido durante encontro entre o diretor-geral, Rogério Guedes, e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, nesta quinta-feira (16), em Brasília.

Na reunião, o ministro Fernando Bezerra disse que a experiência do Sipam na área de meteorologia na Amazônia é fundamental para estruturar um sistema de defesa civil nacional, atendendo os objetivos do Plano Nacional de Defesa Civil.  A previsão, segundo o ministro, é inaugurar o Centro  no final deste ano.  “As atividades já desenvolvidas pelo Sipam de climatologia, hidrologia e previsibilidade da ocorrência de eventos extremos poderão ser referência para acelerar a estruturação do Centro Nacional de Prevenção a Desastres Naturais, coordenado pela Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedect)”, ressalta.

De acordo com ele, a intenção é o Sedect trabalhar em conjunto com o Sipam.  Fernando Bezerra esboçou ainda outra proposta que é a instalação de um Centro Regional de Defesa Civil instalado no Centro Regional do Sipam em Belém. 

O diretor Rogério Guedes disse que o órgão quer contribuir com a estruturação do Centro Nacional de Prevenção a Desastres de Naturais. Aproveitou para explicar a infraestrutura tecnológica instalada na região amazônica, que abriga 11 dos 20 radares meteorológicos instalados em todo o território nacional.  “Os técnicos dos Centros Regionais do Sipam (localizados em Belém, Manaus e Porto Velho) realizam diariamente a previsão de eventos extremos e já trabalham integrados com as defesas civis regionais”, afirmou. Segundo ele, a rede de radares permite prever enchentes nos rios amazônicos com seis meses de antecedência. Os dados dos radares também possibilitam elaborar boletins de tempo e clima para 24h, 48h e 72h.

Texto: Leonice Leal
Foto: Tereza Sobreira
Assessora de Comunicação Social do Ministério da Defesa
(61) 3312 4305