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Prefeitura e Sipam continuam monitoramento das bacias urbanas de Porto Velho

{mosimage} Porto Velho (06/05/2011) - A prefeitura de Porto Velho, em parceria com o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), Universidade Federal de Rondônia (Unir) e Faculdade Faro, continua fazendo o monitoramento das águas dos igarapés que cortam a cidade, os quais formam as Bacias Urbanas. O trabalho coordenado pela Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (Sempla) está sob a responsabilidade da arquiteta e urbanista Viviane Rodrigues.

Ela informou que estudos já foram concluídos sobre a delimitação no Igarapé Grande e Santa Bárbara, sendo possível atestar nesses locais os níveis de risco (baixo, médio e alto). Os dados foram coletados a partir da instalação de pluviômetros (equipamentos utilizados para medir a quantidade de chuva) e também por meio do trabalho de campo dos estagiários do curso de engenharia civil da Unir e Faro. Essas informações são coletadas pelo Sipam e o monitoramento das bacias está sob a responsabilidade da Defesa Civil Municipal.

Esses dados servem para a elaboração de mapas de risco, tendo como base o nível das águas nos igarapés. Com isso, é possível determinar as áreas de maior perigo, sujeitas a enchentes e deslizamentos dentro do perímetro urbano da cidade. Desta forma, o perigo poderá ser constatado com antecedência e as medidas necessárias adotadas.

O projeto de monitoramento prevê a instalação de seis estações pluviométricas, uma na Bacia Santa Bárbara e Igarapé Grande, igarapé do Tancredo Neves, Penal, Canal dos Tanques e Caladinho. De acordo com Viviane Rodrigues, quatro já foram instalados – na Escola Guadalupe (Bacia da Penal), Joaquim Vicente Rondon (Bacia Grande) e SESI, chamado de divisor de águas. Os próximos serão instalados No Colégio Tiradentes e Escola Marcelo Cândia. “Os estagiários estão em campo fazendo a delimitação dos igarapés e mapeando as áreas de maior risco de inundações”, afirmou.

Viviane explica que os mapas são de grande importância para a prefeitura, pois mediante os dados coletados, poderá trabalhar ações com objetivo de evitar ocupações em áreas de inundações, redimensionar passagens de bueiros e obras de drenagem e planejamento e implantação de parque público para lazer, dentre outros. Nessas áreas com risco de inundações serão instaladas placas de alerta para evitar o trânsito de pessoas durante a chuva.

Além disso, os dados do monitoramento servem para nortear programas de educação ambiental nas comunidades e nas escolas, principalmente para que as pessoas não joguem lixos e entulhos nos canais, o que dificulta o escoamento das águas e podem causar inundações. “Estamos preparando cartilhas com diversas orientações sobre educação ambiental para distribuir nas escolas”, declarou Viviane Rodrigues.

Participam do projeto, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), Secretaria Municipal de Regularização Fundiária e Habitação (Semur), Secretaria de Projetos e Obras Especiais (Sempre), Secretaria de Serviços Básicos (Semusb), Secretaria Municipal de Obras (Semob) e Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd). Coube ao Sipam elaborar a Matriz de Articulação Institucional (MAI), que permite o acompanhamento das atividades de cada órgão envolvido no projeto. O documento foi aprovado em 22 de janeiro de 2010, quando foram iniciadas as ações do projeto de monitoramento das bacias urbanas.

Assessoria de Comunicação
Com informações da Prefeitura de Porto Velho
Foto: Frank Néry
(61) 3312-4070 /4071