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Geotecnologia do Sipam reforça ações da Operação Ágata 4

Manaus (8/06/2012) - O Sistema de Proteção da Amazônia participou durante os quinze dias da força-tarefa da Operação Ágata 4. Os técnicos do Centro Regional de Manaus monitoraram as áreas dos estados da Amazonas e de Roraima realizando análises visuais das imagens de satélites ópticos (Landsat) e de radar (Imagem SAR da aeronave R99), como por exemplo, feições de campos de pouso e feições de extração mineral. “Apoiamos o comando da Operação na utilização e aplicação de  geotecnologias cruzando informações coletadas em campo pelas equipes.”, explicou o analista de imagem, Ulisses Vieira, da Coordenação de Inteligência do Centro Renional de Manaus.

Durante a missão de campo, o Sipam disponibilizou os softwares de geotecnologias ArcGis e ENVI, recursos tecnológicos das antenas de comunicação via satélite e de informações diárias do Boletim Meteorológico, que foram fundamentais durante o desenvolvimento da Operação. “Destacamos a grande utilização das antenas na transmissão de dados e arquivos fotográficos da frente de atuação para a  atualização do Comando da Operação”, revelou Ulisses. O Comando da Operação da Força Tarefa Branco (FT Branco) concentrou-se no 1º Batalhão de Infantaria de Selva em Boa Vista no estado de Roraima.
 
Na avaliação do analista de imagem do Sipam esta fase da Operação foi oportuna para o conhecimento do "modus operandis" das Forças Armadas e dos demais órgãos parceiros que nela atuaram. “Esta oportunidade foi importante para o redirecionamento e aplicação de novas metodologias e insumos nas atividades de monitoramento que são desenvolvidas neste Centro”, avaliou.

Sobre a Operação Ágata 4 
A Operação é destinada a monitorar as regiões de fronteira com a Venezuela, a Guiana, o Suriname e a Guiana Francesa, e foi concluída no dia 17 de maio. As ações foram desenvolvidas, segundo os militares, com o intuito de minimizar as incidências dos crimes que ultrapassam essas áreas, além de ampliar a presença de segurança na faixa de fronteiras e prestar apoio à população.

A Operação Ágata 4 reuniu integrantes do Ministério da Defesa, das Forças Armadas, das polícias Federal e Rodoviária Federal, representantes do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Fundação Nacional do Índio (Funai), da Agência Nacional de Aviação (Anac), entre outros.

Também participaram da operação os órgãos da segurança pública dos estados do Amazonas, Roraima, Pará e Amapá, auxiliando no patrulhamento. Na ação, trabalharam cerca de 8,5 mil militares e civis, que usaram 65 viaturas, 11 navios, 8 helicópteros e 14 aviões.

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