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Cartografia da Amazônia é tema de palestra do diretor-geral do Sipam na ADIMB

Diretor-geral Marcelo LopesA convite da Agência de Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (ADIMB), o diretor-geral do Sipam, Marcelo Lopes, palestrará na próxima quinta-feira (20), às 19h30min, no auditório do Confea (W3 norte, quadra 508, bloco B, Brasília), sobre o Projeto da Cartografia da Amazônia. Na ocasião será homenageado também o geólogo Giles Carriconde de Azevedo e, às 21h, haverá um coquetel de confraternização.

A ADIMB quer acompanhar o projeto da Cartografia e no mês de setembro, durante uma visita ao Sipam, o secretário executivo da entidade, Onildo João Marini, convidou Lopes para ministrar uma palestra na reunião mensal da Sociedade Brasileira de Geografia, em Brasília. Durante a visita, ofereceu a doação de 74 cds com 540 folhas de mapas digitais da cartografia que foi realizada na Amazônia nos anos 70 pelo projeto Radam. Marini elogiou a iniciativa do governo de acabar com os “vazios cartográficos” e ressaltou que a cartografia geológica desperta grande interesse do setor privado que quer investir em pesquisa mineral. Estudos do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) estimam que a cartografia geológica poderá atrair R$ 1,1 bilhão da iniciativa privada em pesquisa.

Nessa semana, Marcelo Lopes, e o diretor de Produtos, Wougran Galvão, acompanham a missão do Exército que realiza a cartografia terrestre na região da Cabeça do Cachorro, no Amazonas, divisa com a Colômbia. Lá, o Exército iniciou o Projeto da Cartografia da Amazônia, com sobrevôos num dos locais mais difíceis de acesso e com cobertura densa de floresta. “É uma verdadeira operação de guerra para conseguir realizar as imagens dessa região”, ressalta Lopes. O projeto, coordenado pelo Sipam, também modernizará a aeronave R-99B, que fará a troca dos gravadores do radar SAR, até dezembro, com recursos de R$ 9 milhões.

A Marinha também já está com o projeto de configuração do navio hidrográfico pronto para iniciar a construção em 2009. E o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) já executou várias missões de levantamento aerogeofísico e distribuiu equipes de campo na região para iniciar os trabalhos de mapeamento geológico. Nossa previsão é utilizar os R$ 70 milhões destinados ao Projeto da Cartografia da Amazônia nesse ano, afirma Galvão. O Governo Federal investirá durante cinco anos R$ 350 milhões para concluir as cartografias terrestres, geológicas e náuticas. Desses recursos, R$ 85,4 milhões serão destinados a investimentos como a modernização dos sistemas de aquisição e processamento de dados de aeronaves especializadas em sensoriamento remoto, capacitação de recursos humanos e construção de navios hidrográficos.

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