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Ágata realiza atendimento e confere pista de pouso clandestina

{mosimage}Brasília (10/08/11) — A Operação Ágata 1, desencadeada pelo Ministério da Defesa nas áreas de fronteiras da Amazônia, detectou uma pista de pouso clandestina e realizou 505 procedimentos médicos com o Navio de Assistência Hospitalar Oswaldo Cruz, da Marinha. A operação teve início na última sexta-feira (5/8), com o uso de 35 aeronaves (de caça, asas rotativas, transporte e reconhecimento) da Força Aérea e de 3.500 militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. O objetivo é intensificar o combate ao tráfico de drogas, ao contrabando e descaminho de armas e munições, à extração ilegal de minerais e madeiras, ao tráfico de animais silvestres e à biopirataria.

Uma imagem de satélite realizada pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) detectou a existência de uma pista clandestina para pouso de aeronaves de pequeno porte. A informação foi enviada ao Exército Brasileiro, que conferiu a existência da pista e constatou que estava fora de uso e ocupada, parcialmente, com vegetação de selva secundária, impossibilitando o pouso de aeronaves. Estima-se que a instalação não era utilizada há pelo menos quatro anos, segundo informações da Força Terrestre.

A Marinha realizou atendimentos médicos que vão desde vacinação até higiene bucal. Somente na última segunda (8) foram atendidas 50 pessoas na comunidade Samaúma, localizada a 32 quilômetros de Santa Isabel do Rio Negro. Vários meios navais realizam ações de patrulha e inspeção naval e atividades cívico-sociais nas calhas dos Rios Solimões, Içá, Japurá e Negro.

A FAB redobrou as suas ações de fronteira durante a Operação Ágata 1.  “Nós aumentamos a quantidade de aeronaves e as distribuímos em diversos aeródromos da região. O Grupo Aéreo 444 foi incumbido, pelo Comando Geral de Operações Aéreas (Comgar), de realizar missões de reconhecimento armado, buscando descobrir instalações e pistas clandestinas e manter o policiamento das fronteiras de maneira que nós consigamos inibir os ilícitos na região”, acentuou o coronel José Maurilo Machado de Lima. A Operação encerra no dia 19 de agosto.

Assessoria de Comunicação Social
Ministério da Defesa
(61) 3312-4070