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Ministro da Defesa conhece trabalho de integração de informações para combate ao desmatamento

Especialistas em análise de dados e imagens de satélites integram informações visando ao combate a crimes ambientais na Amazônia

Os analistas desenvolveram em conjunto uma metodologia de definição de alvos prioritários

Os analistas desenvolveram em conjunto uma metodologia de definição de alvos prioritários

Brasília, 25/08/2020 – Integrar informações para otimizar a ação das equipes de fiscalização de crimes ambientais na Amazônia Legal. Esse é o trabalho desenvolvido por especialistas de dez órgãos federais sediados no Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão do Ministério da Defesa.

Nesta quinta-feira (25/8), o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, conheceu no Censipam o trabalho dos representantes de órgãos de segurança pública e agências de fiscalização ambiental na análise de dados e imagens de satélites disponíveis em cada instituição.

Os analistas desenvolveram em conjunto uma metodologia de definição de alvos prioritários para combate ao desmatamento, garimpo e queimadas ilegais na região amazônica. Os relatórios apoiam o planejamento dos Comandos Conjuntos que atuam na Operação Verde Brasil 2.

A coordenadora do grupo, Edileuza Melo, apresentou os resultados e desafios para combate ao desmatamento na Amazônia. “O desmatamento precisa ser combatido logo no início, porque seu crescimento é muito rápido. E a nossa equipe aponta justamente as áreas prioritárias em que o sucesso da ação de campo será maior”, explicou a coordenadora.

“As operações interagências mostram que integração é muito importante. A expertise de cada órgão somada ao apoio logístico das Forças Armadas é que vai produzir resultado no combate aos crimes ambientais na Amazônia”, afirmou o ministro da Defesa.

Além de servidores do Censipam, a equipe conta com representantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Agência Nacional de Mineração (ANM), Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Serviço Florestal Brasileiro (SFB).

“Aqui integramos os dados de satélites e outras bases com as informações das equipes de campo, que têm o conhecimento sobre o terreno e da sistemática local. Com isso, podemos acompanhar a progressão do que realmente está acontecendo na região”, explica o representante do ICMBio, Pedro Araújo.