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| Sipam na Mídia | |
| 29-Jul-2010 | |
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Previsão dos meteorologistas é usada como alerta pelos órgãos de meio ambiente
A Coordenação de Operações Integradas da Divisão de Meteorologia e Climatologia do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) prevê que o tempo permanecerá estável no fim de semana. A temperatura na capital e demais cidades do Acre deve variar entre as máximas de 35 e 36 graus e as mínimas de 15 e 16. O assunto foi tema de discussão em reunião realizada na última semana envolvendo o Ministério Público Estadual (MPE), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia) e Corpo de Bombeiros. Na oportunidade, os órgãos se comprometeram em intensificar a fiscalização e aplicar com mais rigor a legislação que pune os transgressores com multas que variam de R$ 169 a R$ 2,5 mil.
De acordo com as previsões do Sipam, o tempo neste fim de semana deve permanecer quente no Acre, inclusive em Rio Branco, onde a temperatura varia entre a máxima de 36 graus e mínima de 15. O meteorologista Diego da Costa e Silva lembra que a sensação térmica pode apontar à máxima de 41 graus e a mínima de 15. A umidade relativa do ar também sofreu alteração nos últimos meses e nas próximas 72 horas estará entre 45% e 95%.
Sem licença para queimar - Não existe licença para queimar na cidade, especialmente no período da estiagem, quando uma faísca, mais o calor e o vento se tornam combustíveis potentes para os incêndios. Na área rural, a autorização para queima é expedida pelo IMAC apenas para preparação de terrenos de cultivos até 2012. Entre outros números disponíveis à população preocupada em preservar o meio ambiente estão: Disque Entulho Semsur (3225-5513), Corpo de Bombeiros (193), Emurb (3226-6510), Policia Militar (190), Companhia Ambiental (3226-2113) e Vigilância Sanitária (3227-5095). Fim das queimadas - O Ministério Público Estadual (MPE) e Federal (MPF) impetraram em 2009 uma Ação Civil Pública com vistas na eliminação do uso do fogo no preparo da terra para o cultivo da agricultura familiar e especialmente dos pastos. A determinação visa reduzir a concessão de licenciamentos por parte do Estado até a extinção total do uso do fogo no processo de preparação do solo. A redução progressiva das licenças inpulsiona a criação de novas técnicas que dispensem a utilização do fogo no plantio de sementes e capim. Em pleno vigor, a Ação estipula que este ano (2010) haja uma redução ainda mais significativa de licenças. Ela baixa de três para apenas (01) um hectare a ser queimado na produção familiar. A partir de 2011 nenhum licenciamento será concedido. Página 20 |
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