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| Operação Delta apreende 4 mil metros cúbicos de madeira ilegal |
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| Sipam na Mídia | |
| 19-Abr-2010 | |
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A Operação Delta, que neste sábado (17) chegou ao seu sexto dia, já apreendeu cerca de 4 mil metros cúbicos de madeira ilegalmente extraída da floresta amazônica no pátio de grandes empresas instaladas no pólo madeireiro de Belém, o maior do Pará. Essa quantidade equivale a aproximadamente 160 caminhões cheios. Além da apreensão do produto, que será doado para obras sociais, o Ibama aplicou R$ 21,5 milhões em multas. A Polícia Federal cumpriu 15 mandatos de busca e apreensão durante a ação, recolhendo hds de computadores e documentos nas empresas suspeitas de “esquentar” grandes volumes de madeira ilegal. Também apreendeu cinco armas e prendeu uma pessoa por porte ilegal. Desde o início da Operação Delta, na última segunda-feira (12), 62 madeireiras começaram a ser fiscalizadas por equipes do Ibama, com a participação da Polícia Federal, Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) e Força Nacional. Entre elas estão 15 grandes empreendimentos identificados durante a fase de investigação da operação, que durou cinco meses, como os que mais praticam irregularidades no comércio de madeira no Pará. Três das empresas fiscalizadas esta semana foram embargadas. A operação, que conta com 370 homens e é a maior já organizada no país para combater crimes ambientais, deverá durar mais nove dias. Europa: destino de madeira ilegal Cerca de 280 metros cúbicos de madeira pronta para exportação, o equivalente a aproximadamente 11 caminhões cheios, foram apreendidos na Companhia Docas do Pará, em Belém, na capital do estado. Dos 23 contêineres fiscalizados, 16 acabaram apreendidos por fraude na Guia Florestal (GF), documento que deve acompanhar no estado do Pará todo produto da flora nativa brasileira. Entre eles havia 60 metros cúbicos de mogno, árvore ameaçada de extinção e protegida por lei. Boa parte da madeira extraída ilegalmente da floresta amazônica seria enviada como se fosse resíduo florestal para países da Europa, como Espanha, França e Dinamarca. Além de perderem as cargas, avaliadas em cerca de R$ 600 mil, as empresas envolvidas na exportação irregular foram multada em R$ 60 mil pelo Ibama. Portal ORM / Ibama |
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