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Censipam e CNPq reforçam parceria para desenvolver pesquisa aplicada

Pesquisas atendem às necessidades do Sistema de Proteção da Amazônia e estão alinhadas com os objetivos estratégicos do Censipam

Por Willian Cavalcanti

Membros do CNPq conhecem projetos de pesquisa do Censipam

Membros do CNPq conhecem projetos de pesquisa do Censipam

Brasília, 11/07/2019 – Com o objetivo de aprofundar projetos de pesquisas no âmbito do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), membros da diretoria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) verificaram, nesta quinta-feira (11/7), em Brasília (DF), o andamento dos projetos de pesquisa realizados por meio do Termo de Execução Descentralizada (TED) firmado entre o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e o CNPq.

O presidente do CNPq, João Luiz Azevedo, conheceu projetos do Censipam que visam à qualificação de recursos humanos para pesquisa nas áreas de monitoramento ambiental, territorial e temático. Os projetos também abordam temas como inteligência tecnológica, tecnologia da informação, governança e gestão.

“O CNPq é um parceiro extremamente estratégico do Censipam. Por meio dos projetos de pesquisa, estamos desenvolvendo produtos que não estão disponíveis no mercado. Essa parceria é boa tanto para o pesquisador quanto para o país”, afirmou o diretor-geral do Censipam, José Hugo Volkmer.

A coordenadora operacional do Censipam, Edileuza Melo, explicou que as pesquisas atendem aos sistemas SipamSAR e SipamHidro, principais ferramentas operadas atualmente pelo Censipam. “Todas as pesquisas atendem às necessidades do Sipam e estão alinhadas com um dos objetivos estratégicos do Censipam, que é o fomento à pesquisa, desenvolvimento e inovação na região amazônica”, explicou a coordenadora.

Os projetos são orientados por servidores do Censipam no Centro de Coordenação Geral, em Brasília, e nos Centros Regionais de Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Belém (PA). Atualmente, são 32 bolsas de pesquisa, que variam de R$ 1.100,00 a R$ 3.000,00 e podem ser pagas por até 36 meses. Em 2017, foi executado R$ 393.600,00 e, em 2018, R$ 621.900,00. O TED foi assinado em 2017 e vai até 2025.

Cada bolsista apresenta mensalmente os resultados dos trabalhos para verificação do andamento e atingimento dos objetivos. Segundo a coordenadora, novos projetos serão incluídos e devem prever questões de saúde, como malária, e o uso de radar para detecção de plantações de coca e maconha na Amazônia. A intenção é que as pesquisas possam também abarcar teses e dissertações de mestrado ou doutorado e capacitem servidores do Censipam.

“Por meio desses projetos, os pesquisadores ganham conhecimento e uma experiência profissional muito grande. A bolsa contribui para o desenvolvimento do pesquisador”, disse o presidente do CNPq.

O presidente do CNPq esteve acompanhado da diretora de Engenharias, Ciência Exatas, Humanas e Sociais, Adriana Tonini, e do diretor de Gestão e Tecnologia da Informação, Manuel da Silva.