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Brasil e Estados Unidos buscam parceria na área de inteligência geoespacial

Censipam busca capacitação de servidores em análise de imagens para monitoramento da Amazônia

Por Willian Cavalcanti

Adidos militares dos EUA se reuniram com a diretoria do Censipam

Adidos militares dos EUA se reuniram com a diretoria do Censipam

Brasília, 09/07/2019 – Reforçar a cooperação para combate ao tráfico de drogas na Amazônia. Esse foi o principal tema debatido durante encontro com adidos militares dos Estados Unidos ao Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), nesta terça-feira (9/7), em Brasília (DF).

A comitiva liderada pelo adido de defesa, Coronel Lorenzo Harris, e os adidos da Guarda Costeira, Capitão de Mar e Guerra Pedro Jimenez e Capitão de Mar e Guerra Flip Capistrano, conheceu projetos desenvolvidos pelo Censipam para proteção e vigilância da Amazônia.

O diretor-geral do Censipam, Major-Brigadeiro José Hugo Volkmer, afirmou que o Censipam busca a capitação de seus servidores para aperfeiçoar ações na área de geointeligência espacial, com uso de imagens de satélite para monitoramento da Amazônia. A intenção é que servidores do Censipam realizem cursos oferecidos pela Agência Nacional de Inteligência Geoespacial (NGA) dos EUA.

“Precisamos capacitar o nosso pessoal o quanto antes. A partir dessa habilitação inicial, podemos replicar o conhecimento e desenvolver ações mais eficazes de combate, principalmente, ao plantio de substâncias ilícitas na Amazônia”, afirmou o diretor-geral do Censipam.

O coordenador de Inteligência do Censipam, Raimundo Camargos, destacou que a parceria pode se dar dentro do Acordo Básico de Cooperação e Intercâmbio (BECA) entre o Ministério da Defesa e a NGA. O Censipam iniciou pesquisas para desenvolver uma metodologia de detecção automática de plantações de coca e maconha com uso de imagens de radar de abertura sintética (SAR).

“Estamos no caminho certo para reforçar ainda mais os laços entre os nossos países. Já fizemos bastante, mas ainda temos muito o que cooperar”, afirmou o adido de defesa norte-americano.